Levantamento da ANP realizado entre 9 e 15 de agosto mostra redução nos preços médios da gasolina, do etanol e do diesel. Pesquisa considerou nove postos de combustíveis no município gaúcho.

O preço médio da gasolina comum caiu em Bagé, no Rio Grande do Sul, na semana de 9 a 15 de agosto de 2026. Segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o litro passou de R$ 7,29 na semana anterior para R$ 7,19, uma redução de R$ 0,10, equivalente a 1,37%.

A pesquisa foi realizada em nove postos de combustíveis do município e também acompanhou os preços da gasolina aditivada, do etanol hidratado, do GLP — o gás de cozinha —, do óleo diesel comum e do diesel S10. Entre os produtos pesquisados, o etanol apresentou a maior queda percentual na comparação semanal.

Gasolina aditivada e etanol também ficam mais baratos

A gasolina aditivada registrou redução de 1,85% no período. O preço médio do litro passou de R$ 7,58 para R$ 7,44, o que corresponde a uma diminuição de R$ 0,14 por litro em relação à semana anterior.

O recuo mais expressivo entre os combustíveis levantados pela ANP foi observado no etanol hidratado. O litro passou de R$ 5,48 para R$ 5,14, queda de R$ 0,34, ou 6,2%. Com isso, o combustível apresentou uma redução percentual superior às observadas nas duas modalidades de gasolina pesquisadas.

Os números mostram que a diminuição não ficou restrita à gasolina comum. Embora as variações tenham sido diferentes entre os produtos, os três combustíveis leves pesquisados — gasolina comum, gasolina aditivada e etanol — encerraram o período com preços médios inferiores aos registrados na semana anterior.

Diesel registra reduções menores

Nos dois tipos de diesel pesquisados, as quedas foram mais discretas. O óleo diesel comum passou de R$ 7,28 para R$ 7,27 por litro, diferença de R$ 0,01 e redução percentual de 0,14%.

Já o diesel S10 apresentou preço médio de R$ 7,42 por litro no levantamento mais recente, contra R$ 7,44 na semana anterior. A diferença foi de R$ 0,02 por litro, equivalente a uma queda de 0,27%.

Apesar de menores do que as reduções verificadas no etanol e nas gasolinas, os resultados indicam que os dois tipos de diesel também acompanharam o movimento de queda observado no período analisado pela agência reguladora.

Gás de cozinha permanece estável

Enquanto os combustíveis líquidos pesquisados apresentaram recuo, o preço médio do GLP permaneceu sem alteração em Bagé. O botijão de 13 quilos foi encontrado, em média, por R$ 122,25, mesmo valor registrado na semana anterior.

Assim, entre os seis produtos apresentados no levantamento referente ao município, o gás de cozinha foi o único que não teve variação de preço médio na comparação semanal.

Entenda como funciona o levantamento da ANP

A pesquisa de preços é realizada semanalmente pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis e abrange municípios de diferentes regiões do Brasil. Os dados buscam retratar o comportamento do mercado varejista de combustíveis durante o período pesquisado.

O preço médio de revenda representa a média aritmética dos valores encontrados nos postos incluídos na pesquisa. A metodologia também permite identificar os preços mínimo e máximo praticados entre os estabelecimentos pesquisados, embora esses valores específicos não tenham sido apresentados para Bagé no material divulgado.

A ANP ressalta ainda que o levantamento considera os estabelecimentos que comercializam cada produto no município. Dessa forma, a disponibilidade dos diferentes tipos de combustíveis pode variar entre as localidades pesquisadas. Os resultados têm caráter informativo e representam os preços encontrados durante o intervalo analisado.

Com a atualização referente à semana de 9 a 15 de agosto, a gasolina comum em Bagé passou a ter preço médio de R$ 7,19 por litro, enquanto o etanol apresentou a maior redução percentual entre os produtos informados, de 6,2%. Como a pesquisa é atualizada semanalmente, os valores podem variar nos levantamentos seguintes de acordo com os preços praticados nos postos pesquisados.

Fonte: Economia


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